Resenha de Divergente, de Veronica Roth

Por Rai Louven
@rai_louven

tumblr_m7j633Aucl1ql10cao1_500Eu já estava querendo ler Divergente há um bom tempo, mas o precinho do livro sempre me obrigava a pôr outras opções na frente. Até que uma amiga minha comprou (#Aleluia!!) e me emprestou!!!! Ele é primeiro livro da trilogia escrita por Veronica Roth e lançado em 2012 pelo editora Rocco. Insurgente e Convergente dão sequência a saga, nessa mesma ordem.

O livro conta a estória de uma sociedade futurística e distópica, dividida em cinco facções: Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição, onde as pessoas são alocadas em cada uma dessas facções de acordo suas personalidades.

Na Abnegação ficam os altruístas, na Amizade os fraternais, na Audácia os corajosos, na Franqueza os sinceros/verdadeiros e na Erudição os estudiosos, que têm sede de conhecimento. Mas, há também os invisíveis sem facção (excluídos socialmente) e os incontroláveis divergentes (muito temidos pelos líderes das facções).

Os jovens ao completarem 16 anos são obrigados a participar de um teste de aptidão, que irá revelar qual facção têm tendência a pertencer. Mas, independente do resultado, eles têm a faculdade de escolherem a facção que mais lhes interessar, porém correm o risco de se tornarem um sem facção, caso não se adaptem a elas.

Beatrice Prior, protagonista da trilogia, já tem 16 anos e terá que fazer o teste. Apesar de ter nascido em uma família bastante altruísta, Abnegação, ela não acredita possuir essa característica. Seu teste de aptidão a deixa mais confusa ainda sobre qual facção escolher. O resultado verdadeira diz que ela é uma divergente, o que Beatrice não tem ideia do que significa, mas para a suas segurança, a voluntária que fez seu teste registra Abnegação no relatório e a orienta manter essa informação sempre em segredo.

Mesmo com tantas dúvidas, Beatrice ainda precisa escolher a facção onde vai querer passar o resto de sua vida. Ela precisa decidir entre ficar com sua família na Abnegação ou seguir seu coração e decepcionar aqueles que ama. Essa é a primeira oportunidade dela fazer algo para si mesmo, então, ela surpreende a todos e resolve mudar-se para a Audácia.

“Esta é uma lição que aprendemos na Abnegação: usar a culpa como ferramenta, e não como uma arma contra si mesmo.” (Beatrice Prior)

O processo de iniciação na nova facção não é nada fácil, Beatrice se vê obrigada a cometer loucuras bastante perigosas para provar sua coragem. Apesar das dificuldades enfrentadas e da grande diferença de comportamento entre a população da Audácia e Abnegação, a protagonista se acostuma a nova cultura, consegue fazer amigos e até se aventura numa paixão por Quatro, seu instrutor. Mas, ela ainda precisa descobrir o que é ser uma divergente e quais os perigos isso representa.

Divergente é um livro completo: combina ação, drama, romance, mistério e mais ação. Ele é todo narrado em primeira pessoa, a partir da visão de Beatrice. Ainda não li a continuação da trilogia, mas ele é do tipo que te deixa com aquela vontade louca de ler os próximos no mesmo dia, hora, até descobrir como tudo se desenvolve e acaba.

“Você não pode ficar totalmente sem medo, lembra? – Digo – Afinal, você ainda se importa com as coisas ao seu redor. Com sua vida.” (Beatrice Prior)

A capa de Divergente é linda e está super em harmonia com a estória da trilogia. Além disso, as imagens dos símbolos de cada facção também são muito bonitas e levam os fandom a loucura!.

Divergente

Há quem diga que Divergente é uma cópia da trilogia dos Jogos Vorazes, da escritora Suzanne Collins, mas eu discordo. Os dois tem bastante ação envolvida, também falam de sociedades distópicas, dividas em facções ou setores e as protagonistas principais e também heroínas são meninas de 16 anos de personalidade forte, mas as semelhanças param por aí, porque os enredos que se desenvolvem são bem distintos. É o que eu acho, pelo menos! E aconselho a leitura das duas trilogias, por sinal!!

O livro obteve tanto sucesso, que foi adaptado para as telonas do cinema. Quem viu apenas o filme, eu super aconselho a leitura do livro, pois há bastante detalhe que não é mostrado, além de algumas mudanças que foram feitas. O Segundo filme, Insurgente, está com data de lançamento para 19 de março desse ano. Vou deixar aqui o link para assistir o trailer.

Portanto, Divergente, da Editora Rocco, está muito bem recomendado, inclusive para os homens de plantão, por ser um livro com bastante ação.

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6 comentários sobre “Resenha de Divergente, de Veronica Roth

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